quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Auto-retrato

No vazio de toda a noite,
sinto-me tão livre, tão liberta ,
Caminho pela estrada do riso
Com a ajuda de toda a sinceridade

Persigo e persisto pela teimosia do meu ser
com uma moto, a viajar em busca dos meus sonhos
Assusta-me os caminhos confusos e tortos
Tenho medo da perda daquela pessoa

A única coisa pretendida ser feliz
Quero viver em “Atlântida” a terra perdida
Onde as falsidades e o ódio não são permitidos
Quero ser uma aranha e tecer magníficos destinos

Com uma guitarra e a musica pela mão
Quero ser como o peter-pan
E poder voar e não crescer
Estou farta de pessoas ocas

Como rosas brancas no meio das pretas
Onde essas nunca conseguiram misturar-se
E hoje aqui a olhar para o passado
Sinto-me como se o meu mundo

Se estivesse a desmoronar-se
Como se tudo fosse acabar
Sinto-me envelhecida, chão que os outros pisam
Resumidamente sinto-me um fardo, morta até

Quero ser feliz! Por uma vez na vida
Só quero viver uma vida normal
Com azares e sortes
De forma equilibrada!

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